Você já recebeu aquele elogio, "Você é uma pessoa inteligente"? E você fica sem resposta, a outra pessoa te acha inteligente por pouco motivo, as vezes apenas pelo seu jeito de conversar.
Pois então, eu já recebi algumas vezes.
É muito legal o elogio, porém, quando se convive entre pessoas pobres de conhecimento e/ou cultura, ser "inteligente" é um tiro no pé.
Por qual motivo?
Quem já não teve um chefe burro? Uma anta, uma porta, cultura zero. Enfim, ele não gosta de você, pois ele sabe que você tem muito mais potencial do que ele, e se os chefes dele souberem de sua capacidade você estaria ameaçando a posição dele na compania. Então ele te barra. Te engessa e você não pode fazer nada.
Lembro do meu primeiro emprego, na loja de chocolates Kopenhagem. Era temporario para a páscoa. E primeiro emprego é como primeiro namoro, a gente fica vislumbrado, acha que vai ser eterno. A páscoa passou e acabaram por me dispensar. "Você é jovem e inteligente, com minha idade você estará em uma posição muito melhor, ganhando até o dobro do que eu".
Fiquei lisongeado, mas na época eu não queria ser inteligente e muito menos "demasiado jovem", eu queria ficar, trabalhar, ganhar dinheiro, morar em Sorocaba e comer do melhor chocolate no Brasil de graça.
Mas não deu, infelizmente.
Mas a inteligência é uma virtude dificil de ser reconhecida. Ela é fácilmente identificada. É fácil dizer quem é astuto e curioso e quem é uma doninha desprovida de faculdades mentais.
E com minha experiencia, posso afirmar que a obediencia e não-questionamento das ordens são qualidades melhores.
Pessoas inteligentes questionam, não se conformam, sempre procuram fazer tudo da forma mais efeciente possivel.
As doninhas apenas obedecem, sem questionar. Apenas seguem ordens. Se der errado, foda-se, o importante é o ganho no final, os meios pouco importa.
Odin disse para Loki certa vez:
"A curiosidade é o que diferencia o homem superior do medíocre. Na verdade, há apenas duas classes de homens: os despertos e os adormecidos; os primeiros são aqueles que já acordaram do sono bruto da indiferença, no qual os outros ainda estão miseravelmente imersos. Um sono imbecilizante, que os faz crer que a vida se resume a meia dúzia de funções orgânicas, exceto a mais nobre: a de usar os seus próprios cérebros para criar algo de belo, que os torne felizes como um deus. E isto somente alguém dotado da curiosidade pode fazer, ou seja, alguém desperto." (Franchini; Seganfredo, 2008, p. 137)
Indiferença esta que é igualmente à mediocridade. Ser mediocre é ser mediano, médio. Quem vai além do médio, do comum, do normal; é uma pessoa superior.
Eu sou superior. Já me disseram antes: "Você é inteligente".
Esta diferença da para perceber nos olhos, o mediocre tem olhos inocentes, não fala, cospe ideias copiadas da opinião de outros, não sabe tirar conclusões sozinho e apenas repete. Sua mente é uma caixa vazia de repertório e julgamento, e toda informação que recebe é armazenada passivelmente. Ou seja, sem julgar se aquilo é certo ou errado, bom ou ruim, verdadeiro ou falso.
Uma lição que temos em jornalismo é: Nunca acredite em uma única fonte de informação, eles podem até falar a verdade, mas ao mesmo tempo podem omitir partes do fato.
Então nós, dispertos, não acreditamos em tudo o que vemos ou ouvimos fácilmente, passificamente. Nós julgamos, processamos, mastigamos, destruimos e reconstruimos toda informação que nos chega. Para que por fim possamos tirar nossas proprias conclusões com base em outras informações que já possuiamos, de outrora, em nosso repertório.
Estamos a frente, mas as vezes, por cuncho social e hierárquico, ficaos atras e nos apagam. Pois quem não tem poder teme em sucumbir perante o poder do conhecimento. Poder absoluto do ser humano.
Que Frigga abençoe a semana de todos.
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terça-feira, 20 de abril de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Uma corrida
E do tempo faz estradas
Para se chegar ao fim
Nossa vida é feita assim
Na estrada
(Cordel do fogo encantado - Na Estrada)
Nossa vida é apenas uma questão de tempo. Uma questão de quando ela vai terminar.
Se você morrese hoje, você morreria feliz?
Você já se perguntou isso?
Eu morreria muito feliz, pois se eu olhar pela estrada que o tempo percorreu por de traz de mim, eu posso ver pessoas sorrindo, grandes momentos. Muito coisa boa e positiva.
Mas toda estrada têm espinhos, já me machuquei, assim como já machuquei os outros. Mas como podemos prever a dor?
Pai e mãe sempre aconselham, pois eles já passaram por muita coisa. Mas quem ouve eles?
Nós temos de sentir a dor por nós mesmo, é muito dolorido, as vezes chegamos a pensar que não vamos suportar, mas se não for o nosso momento de partir, o momento em que as fiandeiras irão cortar o fio que tece a nossa vida. Com certeza iremos superar.
Pois a única coisa que pode nos impedir de crescer é a morte.
E se você quer saber, mesmo a morte faz parte do crescimento.
Cresci muito após a morte de cada membro querido.
Mesmo que seja o nosso fim, ainda deixamos muita coisa.
E continuamos ensinando.
Ensinando e aprendendo, estas são palavras chaves.
Pois elas geram conhecimento.
Conhecimento tem o maior valor do mundo. Pois é o único bem que pode ser cumulativo, sem perdas, apenas ganho. Quanto mais conhecimento, mais conhecimento. Não perdemos nada para poder obter mais conhecimento.
Estou nesta estrada, traçada por sobre um fio, que as fiandeiras tecem e não sei quando ou onde elas irão cortar, mesmo assim continuo. Gozando de cada momento que eu respiro.
Com profunda paixão por tudo que eu faço.
Em busca de mais experiencias e conhecimento.
Eu quero é mais, muito mais.
E a caminhada continua, mas eu ando sobre este pequeno fio, dirigindo um rolo-compressor.
A sorte foi lançada, e sei que esta do meu lado.
Pois sou um semi-deus.
Para se chegar ao fim
Nossa vida é feita assim
Na estrada
(Cordel do fogo encantado - Na Estrada)
Nossa vida é apenas uma questão de tempo. Uma questão de quando ela vai terminar.
Se você morrese hoje, você morreria feliz?
Você já se perguntou isso?
Eu morreria muito feliz, pois se eu olhar pela estrada que o tempo percorreu por de traz de mim, eu posso ver pessoas sorrindo, grandes momentos. Muito coisa boa e positiva.
Mas toda estrada têm espinhos, já me machuquei, assim como já machuquei os outros. Mas como podemos prever a dor?
Pai e mãe sempre aconselham, pois eles já passaram por muita coisa. Mas quem ouve eles?
Nós temos de sentir a dor por nós mesmo, é muito dolorido, as vezes chegamos a pensar que não vamos suportar, mas se não for o nosso momento de partir, o momento em que as fiandeiras irão cortar o fio que tece a nossa vida. Com certeza iremos superar.
Pois a única coisa que pode nos impedir de crescer é a morte.
E se você quer saber, mesmo a morte faz parte do crescimento.
Cresci muito após a morte de cada membro querido.
Mesmo que seja o nosso fim, ainda deixamos muita coisa.
E continuamos ensinando.
Ensinando e aprendendo, estas são palavras chaves.
Pois elas geram conhecimento.
Conhecimento tem o maior valor do mundo. Pois é o único bem que pode ser cumulativo, sem perdas, apenas ganho. Quanto mais conhecimento, mais conhecimento. Não perdemos nada para poder obter mais conhecimento.
Estou nesta estrada, traçada por sobre um fio, que as fiandeiras tecem e não sei quando ou onde elas irão cortar, mesmo assim continuo. Gozando de cada momento que eu respiro.
Com profunda paixão por tudo que eu faço.
Em busca de mais experiencias e conhecimento.
Eu quero é mais, muito mais.
E a caminhada continua, mas eu ando sobre este pequeno fio, dirigindo um rolo-compressor.
A sorte foi lançada, e sei que esta do meu lado.
Pois sou um semi-deus.
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